Inovação

“CONHECENDO A CASA DO CLIENTE”

A prestação de serviços é ampla e existe em muitos segmentos. Nos bancos, nos supermercados, nos troansportes públicos, nos hospitais, nas escolas, em uma infinidade de locais servidos, ora por agentes públicos, ora por agentes privados.

Há mais ou menos trinta anos surgia um neologismo que ganhou um tom pejorativo com o tempo: “Terceirização”. A empresa ou o Estado contrata um determinado serviço por uma empresa terceira que se se interpõe entre a contratante e o trabalhador e sua tarefa.

Centenas de vantagens e desvantagens já renderam seminários de diversas ordens (da jurídica à técnica) todos esses anos. No entanto, o interesse não está em discutir essa questão, mas sim a prestação do serviço em si. Todos nós nascemos para prestar serviços. Alguns, acoplados ao capital intensivo renomeiam sua prestação de serviços em, por exemplo, produzir, mas estão prestando serviços do mesmo jeito. No Brasil, possuem tratamento trabalhista específico, desenvolvem uma “atividade-fim” como se fosse uma espécie de main stream do processo produtivo. As “atividades-meio” como se fossem afluentes ou efluentes desse main stream, essas poderiam ser contratadas ou “terceirizadas”.

Via de regra, para as atividades-fim, há um programa de treinamento e de capacitação importante, enquanto para as atividades-meio há uma política de contratação. E é exatamente nessa política de contratação que residem os grandes desafios para os prestadores de serviços.

Hoje, quais são os maiores desafios para os prestadores de serviços que trabalham na “casa dos clientes”?

1) Segurança
2) Produtividade (quantidade excessiva de pessoas)

Por certo, os dois estão interligados e ainda relacionados a diversos atrasos que a forma de contratar acaba perpetuando, sendo um dos principais o atraso tecnológico.

Enquanto o trabalhador recebe centenas de horas de treinamento para exercer uma “atividade-fim”, a empresa contratada pouco tempo dispõe para conhecer os trabalhos que serão feitos e, sobretudo, nos seus respectivos detalhes.

O que mais ouvimos são reclamações sobre falta de inovação, rotatividade de mão de obra e índices de segurança em diversos setores da economia.

Há que se reinventar a forma de contratação das chamadas “atividades-fim” se quisermos ter segurança e produtividade. Não é possível esperar de qualquer boa empresa de prestação de serviços inovações relevantes se as relações “contratante-contratado” não se alterarem. O Contratado precisa conhecer a “Casa do cliente” para que a seguraça e a produtividade aconteçam de fato como consequência de inovação.

A FM2C nasceu com o propósito de prestar serviços para clientes em que ela possa conhecer as suas casas. E o que significa isso?

Antes de qualquer coisa, conhecer as reais necessidades e os desafios daquela contratação. Sendo assim, o tempo necessário para uma visita técnica é insuficiente. Por isso, daremos preferência para elaborar projetos e apresentá-los onde nossas verificações e estudos puderem ser desenvolvidos.

Lembramos que tal procedimento deveria ser estendido a todos os prestadores de serviços.
Aqueles que estiverem comprometidos em conhecer a “casa do cliente”, o minimamente necessário para apresentar uma proposta capaz de alavancar, através de inovação, melhorias em termos de seguração e produtividade aproveitará a oportunidade.

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